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O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Timon, conhecido pela sigla CMDCA, elegeu na manhã da última segunda-feira (23) sua nova diretoria. Os escolhidos vão comandar o órgão de 2026 até 2028. A votação aconteceu na Casa dos Conselhos e contou com a participação de representantes de organizações da sociedade civil que fazem parte do grupo.
O CMDCA é um órgão que existe em todos os municípios brasileiros e tem a função de criar, acompanhar e fiscalizar as ações do poder público voltadas para crianças e adolescentes. Na prática, os conselheiros verificam se a prefeitura está cumprindo seu papel de garantir direitos básicos aos mais jovens, como acesso à educação, saúde, alimentação e proteção contra qualquer tipo de violência ou abandono.
O conselho é formado por dois grupos: representantes do governo municipal e representantes da sociedade civil, como associações, igrejas e entidades que trabalham com crianças e adolescentes. Essa divisão equilibrada permite que diferentes visões sejam consideradas nas decisões, garantindo que tanto o poder público quanto a comunidade tenham voz nas políticas para os mais jovens.
Além da eleição da nova diretoria, a solenidade também marcou a posse dos novos conselheiros que passam a integrar o CMDCA. Durante a cerimônia, os eleitos fizeram o juramento oficial, assumindo publicamente o compromisso de trabalhar em defesa dos direitos das crianças e adolescentes de Timon pelos próximos dois anos.
O secretário municipal de Desenvolvimento Social, Jaconias Moraes, participou do evento representando a Prefeitura de Timon. Sua presença demonstra o apoio da gestão municipal ao trabalho do conselho e reforça o compromisso do poder público em atuar junto com a sociedade civil na proteção dos mais jovens.
A nova diretoria assume a missão de continuar os trabalhos do conselho, fortalecer o diálogo com as instituições do município e ampliar as ações que garantam mais proteção e oportunidades para as crianças e adolescentes de Timon. O grupo terá papel fundamental nos próximos dois anos na fiscalização das políticas públicas e na defesa dos direitos dessa população.
