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Sistema fora do ar: falhas no sistema INSS travaram 1,7 milhão de benefícios e geraram prejuízo de R$ 233 milhões

Uma nota técnica interna do INSS revelou que falhas repetidas nos sistemas de informática usados pelos servidores causaram um prejuízo de R$ 233,2 milhões aos cofres públicos entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2026. No mesmo período, cerca de 1,75 milhão de processos de aposentadorias, pensões e auxílios deixaram de ser analisados por causa das instabilidades tecnológicas.

Os problemas comprometeram cerca de 15,72% da capacidade produtiva do instituto. Em alguns meses, o impacto foi ainda mais grave: em fevereiro de 2026, quase 40% das análises foram prejudicadas pelas falhas. Em julho de 2025, o percentual foi de 38,9%. No primeiro semestre de 2025, foram registradas instabilidades em pelo menos 67 dias — mais de um terço dos dias úteis do período.

O resultado direto foi o crescimento da fila do INSS, que em fevereiro de 2026 chegou a 3,1 milhões de requerimentos aguardando análise. Para os cidadãos que esperam por aposentadoria ou auxílio, isso significa mais meses de espera — não por causa da complexidade do processo, mas por falha tecnológica.

A Dataprev, empresa pública responsável pelos sistemas do INSS, contesta os números. Em nota, a empresa afirmou que não teve acesso à nota técnica e desconhece a metodologia usada para calcular o prejuízo. A Dataprev argumenta que registrou disponibilidade superior a 96% nos sistemas e que cumpriu os acordos contratuais estabelecidos.

As falhas foram apontadas como um dos principais motivos para a demissão do presidente do INSS, Gilberto Waller, na segunda-feira (13). Em seu lugar assumiu Ana Cristina Viana Silveira, servidora de carreira com mais de 20 anos de experiência no órgão, com a missão de reduzir a fila e modernizar os processos internos.

O INSS avalia encaminhar o caso à Procuradoria Federal para apurar os fundamentos jurídicos que permitam cobrar os prejuízos da Dataprev. Para o instituto, a regularidade dos sistemas é considerada “condição crítica” para garantir o acesso dos brasileiros aos seus direitos previdenciários.

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