Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Relatório do Banco Mundial acende alerta para desaceleração da economia brasileira - Blog do Irmão Francisco


No comando: THE GOSPEL VIBE

Das 07:00 às

No comando: MELODIA DA ALMA

Das 08:00 às

No comando: LOUVOR ARRETADO

Das 09:00 às

No comando: Irmão_Cast

Das 12:00 às 13:00

No comando: CONEXÃO CELESTIAL

Das 14:00 às

No comando: PONTO FINAL

Das 18:00 às 19:00

No comando: ENTRE HINOS E LOUVORES

Das 19:00 às

Relatório do Banco Mundial acende alerta para desaceleração da economia brasileira

O Banco Mundial prevê que o crescimento da economia brasileira deve desacelerar em 2026. A estimativa é de que o país cresça cerca de 2%, abaixo do avanço de 2,3% registrado em 2025, acompanhando uma tendência de perda de ritmo da economia global.

Segundo o relatório, os países emergentes e em desenvolvimento devem crescer, em média, 4% em 2026, percentual inferior ao do ano anterior. Sem a China nesse cálculo, o crescimento é ainda menor, mostrando um cenário mais desafiador para essas economias.

A China, uma das principais economias do mundo, também deve crescer menos. A previsão é de desaceleração mesmo com medidas de estímulo adotadas pelo governo chinês e com o aumento das exportações para outros mercados.

O Banco Mundial avalia que, apesar de a economia mundial estar mais resistente a crises do que o esperado, o crescimento ainda é baixo e concentrado nos países mais ricos, o que dificulta a redução da pobreza e a geração de empregos em nações mais pobres.

Nos Estados Unidos, a previsão é de crescimento de 2,2% em 2026, levemente acima de 2025. O resultado deve ser impulsionado por incentivos fiscais, embora as tarifas comerciais continuem afetando investimentos e o consumo.

Além do cenário global, o Brasil acompanha com atenção possíveis novas tarifas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que podem atingir países que mantêm negócios com o Irã. Somadas às taxas já aplicadas sobre produtos brasileiros, essas medidas podem gerar novos impactos sobre o comércio exterior e a economia nacional.

Deixe seu comentário: