
Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

A eleição de 2026 já começa a movimentar os bastidores políticos no Maranhão por causa do chamado prazo de desincompatibilização. A regra determina que prefeitos, governadores, ministros e secretários que desejam disputar outro cargo precisam deixar suas funções seis meses antes da eleição, prevista para outubro de 2026. Na prática, o limite deve cair no início de abril.
A medida existe para evitar que gestores usem a estrutura do cargo público em benefício próprio durante a campanha. Por isso, quem ocupa cargo no Executivo e quer concorrer a outra função eletiva precisa se afastar dentro desse prazo legal.
Em São Luís, a regra coloca o prefeito Eduardo Braide (PSD) no centro do debate. Caso decida disputar o Governo do Maranhão, ele terá que deixar a Prefeitura até o prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral. Até o momento, porém, o prefeito não confirmou oficialmente se será candidato.
A indefinição gera especulações políticas, já que uma eventual saída exigiria organização antecipada de campanha, formação de alianças e transição administrativa na capital. Quanto mais próxima do prazo for a decisão, maior a pressão sobre o planejamento político.
Enquanto isso, o grupo do governador Carlos Brandão trabalha o nome de Orleans Brandão (MDB) como pré-candidato à sucessão estadual. Com apoio da estrutura governista, ele pode ganhar força caso a oposição não consolide rapidamente uma candidatura competitiva.
Com o calendário eleitoral avançando, os próximos meses serão decisivos para o cenário de 2026. A definição de Braide poderá redesenhar o equilíbrio político no estado e influenciar diretamente o rumo da disputa pelo Palácio dos Leões.