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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem adotado cautela ao falar sobre a operação policial contra o crime organizado no Rio de Janeiro. A postura é estratégica e busca evitar polêmicas em um tema que desperta forte opinião pública.
Segundo pesquisa da Quaest, a maioria dos fluminenses apoia ações mais duras contra o crime. O levantamento mostra que:
72% defendem classificar o crime organizado como terrorismo;
85% apoiam penas maiores para homicídios ligados a facções;
62% são a favor de acabar com visitas íntimas a presos de organizações criminosas.
Com esses dados, o governo entende que qualquer crítica à operação seria impopular. Por isso, Lula prefere reconhecer o trabalho das forças de segurança e evitar discursos extremos.
Nos bastidores, o Planalto trabalha para mostrar ação concreta na área. O governo aposta na PEC da Segurança Pública e no projeto de Lei Antifacção, que reforçam o combate ao crime organizado e a cooperação entre União e Estados.
Mesmo assim, 60% dos entrevistados no Rio avaliam negativamente a atuação do governo na segurança pública. O desafio, segundo auxiliares, é melhorar os resultados sem cair em disputas políticas.
A postura cautelosa de Lula mostra experiência e foco em resultados. Ele busca equilibrar firmeza no combate ao crime com respeito às leis e aos direitos humanos, evitando transformar o tema em embate ideológico.