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O governo federal enfrenta um atraso significativo no pagamento das emendas parlamentares. Até o final de março, apenas 102,3 milhões foram liberados — o equivalente a 0,6 %, dos 17,3 bilhões que precisam ser pagos até junho, conforme estabelece a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
As emendas parlamentares são recursos do orçamento federal que deputados e senadores indicam para obras e serviços em suas bases eleitorais, como hospitais, escolas, pavimentação de ruas e programas de assistência social. A LDO determina que 65% de certas categorias de emendas sejam pagas no primeiro semestre, tornando esse repasse obrigatório.
Todo o valor liberado até agora foi direcionado ao Sistema Único de Assistência Social (SUAS), beneficiando 160 emendas. Na divisão por partidos, o PL, maior bancada do Congresso, lidera os repasses com 16,9 milhões. Em seguida aparecem Republicanos e PSD, com , além do União Brasil(7,4 milhões) e PT(.
Além dos valores já pagos, o governo reservou cerca de 1 bilhão para futuras liberações, mas apenas 389,8 milhões cumprem os critérios obrigatórios — cerca de 2% da meta do semestre. No total, o Congresso aprovou R$ 49,9 bilhões em emendas para 2026, e a execução lenta já aumenta a pressão política para que o Planalto acelere os repasses.