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Não dê chance ao vírus: vacine-se contra gripe, covid e pneumonia - Blog do Irmão Francisco


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Não dê chance ao vírus: vacine-se contra gripe, covid e pneumonia

Com a chegada do período mais frio, aumentam os casos de doenças respiratórias — e também as dúvidas sobre vacinação. Gripe, Covid-19, pneumonia causada por pneumococo e o vírus sincicial respiratório (VSR) são provocados por agentes diferentes, e cada um tem vacina específica. Não existe uma dose única que proteja contra tudo, e as vacinas não se substituem: elas se complementam.

A vacina da gripe é atualizada todos os anos e deve ser tomada, de preferência, antes do inverno. A da Covid-19 continua indicada, principalmente para idosos e pessoas com doenças crônicas, com reforços periódicos. Já a pneumocócica protege contra uma bactéria que pode causar pneumonia e meningite, enquanto a vacina contra o VSR é voltada principalmente para gestantes, bebês e idosos.

A recomendação varia conforme idade, histórico de saúde e grau de exposição. Crianças pequenas, gestantes, idosos e pessoas com doenças como diabetes, asma ou problemas cardíacos têm maior risco de complicações e, por isso, costumam ter mais indicações de vacinação. Um adulto jovem e saudável pode não precisar de todas as vacinas, mas essa avaliação deve ser individual.

Muitas pessoas perguntam se é possível tomar mais de uma vacina no mesmo dia. A resposta é sim. As vacinas respiratórias são feitas com vírus ou bactérias inativados, o que permite aplicação conjunta com segurança. Essa prática ajuda a manter o calendário em dia e garante proteção mais rápida.

É importante entender que nenhuma vacina impede totalmente a infecção. O principal benefício é reduzir a gravidade da doença, diminuindo o risco de internações, complicações e mortes. Mesmo vacinada, a pessoa pode apresentar sintomas leves, mas a chance de evolução grave é muito menor.

As principais vacinas estão disponíveis gratuitamente no SUS para grupos prioritários, enquanto algumas versões mais específicas podem ser encontradas na rede privada. Especialistas alertam que a cobertura vacinal no Brasil caiu nos últimos anos e reforçam que a melhor estratégia é procurar orientação médica para entender quais imunizações fazem sentido para cada perfil.

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