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A prova prática para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) mudou em todo o Brasil. As novas regras servem para deixar o exame mais justo e mais parecido com situações reais do dia a dia no trânsito.
Antes, o candidato podia ser reprovado na hora se cometesse um erro considerado grave, como deixar o carro morrer ou errar a baliza. Agora, isso não acontece mais. A reprovação imediata acabou.
Com o novo modelo, a prova funciona por pontuação. Cada erro cometido soma pontos. Se o candidato somar 10 pontos ou mais, ele é reprovado. Se ficar abaixo disso, é aprovado. Os erros são divididos assim:
erro leve: 1 ponto
erro médio: 2 pontos
erro grave: 4 pontos
erro muito grave: 6 pontos
A baliza não é mais uma prova separada. Ela faz parte do percurso normal do exame. O avaliador vai observar se o candidato estaciona com cuidado, presta atenção nos outros carros, nos pedestres e na sinalização. Não existe mais um tempo fixo para concluir a manobra, apenas a exigência de que seja feita com calma e segurança.
Outra mudança importante é que as vagas usadas na prova ficaram maiores, facilitando o estacionamento. Mesmo assim, o candidato ainda pode ser avaliado em vagas mais apertadas, como acontece no trânsito real.
Se o candidato for reprovado, ele terá direito a um reteste gratuito, ou seja, poderá fazer a prova novamente sem pagar taxa. Dependendo da agenda, esse novo exame pode acontecer no mesmo dia ou ser marcado para outra data.
Agora também é permitido fazer a prova com carro manual ou automático, inclusive com o veículo do próprio candidato, desde que esteja regularizado. O trajeto do exame deve acontecer em ruas comuns da cidade, evitando locais perigosos como rodovias, pontes, túneis ou vias muito movimentadas.
Segundo o novo manual, a ideia é avaliar se o candidato sabe dirigir com segurança no trânsito do dia a dia, e não mais reprovar por pequenos erros ou situações consideradas “pegadinhas”.