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O Maranhão confirmou adesão à proposta do governo federal para evitar o aumento do preço do diesel no país. O estado está entre os 17 que já aceitaram participar da medida, criada em resposta à alta do petróleo provocada pela guerra no Oriente Médio. A expectativa é que as regras sejam publicadas oficialmente nesta terça-feira (31).
A proposta prevê um subsídio de R$ 1,20 por litro de diesel importado, com custo dividido entre o governo federal e os estados participantes. A medida valeria até o final de maio. O Brasil produz petróleo, mas ainda precisa importar cerca de 30% do diesel que consome, e esse combustível está chegando mais caro por causa do conflito internacional.
O diesel é o combustível que move caminhões, ônibus e máquinas agrícolas. Quando seu preço sobe, os custos de transporte aumentam e isso acaba encarecendo alimentos, produtos e mercadorias para toda a população. Por isso, caminhoneiros, produtores rurais e consumidores maranhenses serão os principais beneficiados com a adesão do estado à medida.
Além do Maranhão, também confirmaram participação: Acre, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Sergipe e Santa Catarina. Alguns estados, como o Rio de Janeiro, ainda aguardam a publicação oficial para decidir.
Na semana passada, representantes estaduais se reuniram com o secretário da Fazenda federal, Rogério Ceron, para esclarecer dúvidas sobre a proposta. Segundo ele, a medida não retira recursos dos estados, mas é uma ação conjunta para proteger a população dos impactos da alta internacional do petróleo.