
Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

A Mudança permite afastamento por três meses apenas com análise de documentos; objetivo é desafogar espera de 650 mil brasileiros.
O INSS ampliou de 60 para 90 dias o prazo máximo do auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) concedido sem a necessidade de perícia médica presencial. A medida busca agilizar o atendimento e reduzir a fila de cerca de 650 mil pessoas que aguardam a análise do benefício no país.
O processo de solicitação continua sendo feito pelo site ou aplicativo “Meu INSS”. O trabalhador anexa o atestado médico e os exames, que são analisados digitalmente. Se o afastamento necessário for superior a três meses, aí sim a perícia presencial em uma agência da Previdência Social torna-se obrigatória.
A expectativa do governo é que, com a mudança, cerca de 500 mil pessoas deixem de precisar agendar perícias presenciais ao longo de um ano. Isso permitiria liberar os peritos médicos para casos mais complexos e reduzir o tempo de espera para quem necessita da avaliação presencial.
O órgão também tem expandido a “teleperícia” para 350 cidades. Nesse modelo, o segurado comparece à agência na data marcada, mas o atendimento médico é realizado por videoconferência. A estratégia visa atender municípios onde não há peritos disponíveis, evitando deslocamentos longos.
Para quem já fez o pedido, o Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP) orienta que a análise documental deve levar entre 10 e 15 dias. Caso não haja resposta nesse prazo, o recomendado é procurar uma agência presencialmente para verificar pendências no cadastro.
A agilidade é essencial para quem depende do benefício para sobreviver, como no caso da doméstica Andréa Nascimento, que fraturou o cóccix e está há meses sem renda. A orientação é manter a documentação médica atualizada para evitar atrasos na concessão do auxílio.