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Correios adiam R$ 3,7 bilhões em pagamentos e enfrentam forte crise financeira

Os Correios deixaram de pagar cerca de R$ 3,7 bilhões em compromissos com fornecedores, impostos e benefícios de funcionários. A medida foi adotada para tentar manter dinheiro em caixa diante de uma situação financeira considerada crítica.

De acordo com dados internos, a empresa arrecadou R$ 16,94 bilhões nos nove primeiros meses de 2025, mas tinha R$ 20,65 bilhões em obrigações no mesmo período. Ou seja, gastou mais do que recebeu, gerando um forte desequilíbrio nas contas.

Para evitar um rombo ainda maior, a estatal decidiu adiar parte dos pagamentos. Se todas as despesas tivessem sido quitadas no prazo, o déficit operacional poderia chegar a R$ 2,77 bilhões, valor acima da capacidade financeira da empresa naquele momento.

Entre os principais valores adiados estão R$ 1,44 bilhão do INSS Patronal, R$ 732 milhões de fornecedores, R$ 545 milhões do Postal Saúde e R$ 457 milhões de PIS/Cofins. Também foram postergados recursos do Postalis e do programa Remessa Conforme.

A situação foi agravada por dívidas acumuladas em 2024, que foram sendo adiadas e aumentaram ainda mais o passivo em 2025. Com isso, o endividamento total cresceu cerca de R$ 1 bilhão em poucos meses.

A projeção é que a empresa encerre 2025 com prejuízo de R$ 5,8 bilhões. Mesmo com medidas emergenciais para reorganizar as finanças, os Correios enfrentam um cenário desafiador para equilibrar as contas e reduzir as perdas.

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