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Banco Master faturou mais vendendo dívidas do que cobrando juros; estava na cara o problema - Blog do Irmão Francisco


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Banco Master faturou mais vendendo dívidas do que cobrando juros; estava na cara o problema

Documentos da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado revelam que o Banco Master adotou um modelo de negócio incomum em 2024. A instituição lucrou mais revendendo carteiras de crédito consignado para outros bancos do que com os juros cobrados dos servidores públicos que fizeram esses empréstimos.

Os números mostram a diferença: em 2024, o banco faturou R$ 1,6 bilhão com a venda de operações de crédito do programa CredCesta, enquanto a receita com juros dos mesmos empréstimos foi de R$ 709 milhões. Entre 2022 e 2024, o acumulado foi de R$ 2,4 bilhões em vendas, contra R$ 1,9 bilhão em juros.

O CredCesta é um cartão de crédito consignado oferecido a servidores públicos, aposentados e pensionistas, com desconto automático em folha de pagamento. O programa foi adquirido após a privatização da Empresa Baiana de Alimentos (Ebal) em 2018, processo conduzido pelo então governador Rui Costa.

Um documento interno do Banco Regional de Brasília (BRB) levantou preocupações sobre a qualidade das carteiras compradas do Master. A análise de 1,9 milhão de contratos apontou que parte das operações não teria lastro adequado, ou seja, faltaria comprovação de que os descontos em folha foram devidamente autorizados.

O lucro obtido nas revendas também chamou atenção: o Master comprou carteiras da empresa Tirreno por R$ 6,3 bilhões e as revendeu ao BRB por R$ 11,5 bilhões, uma diferença de R$ 5,2 bilhões. Algumas operações tiveram firma reconhecida em cartório apenas dois dias antes da revenda.

O caso está sendo investigado pela CPI do Crime Organizado e pela Polícia Federal, que apuram possíveis irregularidades nas operações e a existência de contratos sem garantias reais.

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