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O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, negou que o Irã esteja utilizando golfinhos com explosivos para atacar navios no Estreito de Ormuz. A declaração foi feita após reportagem do Wall Street Journal sugerir que forças iranianas estariam empregando animais treinados para ações militares na região.
Hegseth afirmou que pode confirmar que o Irã não possui esse tipo de recurso. No entanto, ao ser questionado sobre a possibilidade de os Estados Unidos manterem programas semelhantes, evitou responder diretamente e disse que não poderia confirmar nem negar.
O uso de golfinhos para fins militares não é novidade. Esses animais já foram treinados por diferentes países para detectar minas submarinas ou identificar mergulhadores inimigos. Há registros de que o Irã adquiriu, no ano 2000, golfinhos treinados pela antiga Marinha soviética.
Além da polêmica envolvendo os animais, o jornal também apontou que o Irã estaria avaliando outras estratégias para pressionar os EUA no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo.
Entre as ameaças mencionadas está a possibilidade de cortar cabos submarinos de telecomunicações que passam pela região. Esses cabos são responsáveis por grande parte do tráfego global de internet e dados, e um ataque poderia causar impactos internacionais.
O aumento das tensões ocorre em meio ao bloqueio imposto pelos Estados Unidos à exportação de petróleo iraniano. Segundo a reportagem, a restrição teria reduzido o uso dos chamados “navios fantasmas”, levando o Irã a considerar novas estratégias militares e econômicas para reagir à pressão americana.