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Lula adota reciprocidade contra os EUA e reforça o efetivo da Polícia Federal

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotou o princípio da reciprocidade nas relações com os Estados Unidos após a retirada de um delegado brasileiro que atuava em cooperação no país. O governo brasileiro respondeu cassando as credenciais de um militar norte-americano no Brasil. Apesar de a medida ser considerada coerente por aliados, o episódio não gerou o mesmo impacto popular observado durante o tarifaço imposto pelos EUA em 2025.

Levantamento da Ativaweb DataLab mostra que o tarifaço — que aplicou tarifa de 50% sobre produtos brasileiros — gerou mais de 5,9 milhões de menções nas redes sociais, com críticas inclusive de setores conservadores. Já o caso envolvendo Alexandre Ramagem e o impasse diplomático recente registrou cerca de 3,1 milhões de menções, com predominância de avaliações negativas.

Especialistas avaliam que a diferença de mobilização está no impacto direto. O tarifaço afetava a economia e o bolso da população, enquanto o atual episódio é percebido como uma disputa política e institucional, com efeitos menos concretos no cotidiano dos brasileiros.

No mesmo período, Lula anunciou a contratação de mil novos policiais federais para reforçar o combate ao crime organizado. Ao comentar o retorno de servidores à ativa, declarou que havia policiais “fingindo trabalhar”, o que gerou reação da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF).

Em nota, a entidade afirmou que declarações que desqualificam policiais não contribuem para o fortalecimento da segurança pública e destacou a necessidade de investimentos e valorização profissional.

Apesar das críticas e da repercussão mais limitada nas redes, o governo mantém a postura firme diante dos EUA e aposta no reforço da Polícia Federal como parte da estratégia de enfrentamento ao crime organizado.

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