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Gás de cozinha caro demais? Polícia Federal fiscaliza distribuidoras em São Luís contra preços abusivos

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (9) a segunda fase da Operação Vem Diesel, que investiga preços abusivos do gás de cozinha em todo o Brasil. Em São Luís, dois estabelecimentos foram fiscalizados por uma força-tarefa formada pela PF, Agência Nacional do Petróleo (ANP) e Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon).

A operação busca identificar empresas que aumentam o preço do botijão sem justificativa, combinam valores com concorrentes para eliminar a competição ou praticam outras ações que prejudicam o consumidor. Ao todo, 55 distribuidoras e revendedoras foram vistoriadas em 24 cidades de 15 estados e do Distrito Federal.

Preço abusivo é quando uma empresa eleva o valor de um produto sem razão justa. No caso do gás, isso acontece quando o preço sobe para o consumidor final mesmo sem aumento nos custos de produção ou transporte. A prática é considerada crime e pode resultar em multas, processos e até fechamento do estabelecimento.

No Maranhão, o impacto dos preços abusivos é ainda mais grave devido à baixa renda de grande parte da população. O gás de cozinha é essencial para o preparo de alimentos e, quando fica mais caro injustamente, compromete o orçamento das famílias mais vulneráveis e pode obrigar algumas pessoas a voltarem a cozinhar com lenha.

Esta é a segunda fase da operação. A primeira etapa aconteceu em março e focou nos postos de combustíveis. As irregularidades encontradas nas fiscalizações serão encaminhadas à Polícia Federal para investigação, e os responsáveis podem ser punidos criminalmente.

Consumidores que suspeitarem de preço abusivo podem denunciar ao Procon Maranhão, pelo telefone 151, ou acessar o site consumidor.gov.br. A ANP também disponibiliza consulta de preços médios por região no endereço preco.anp.gov.br, permitindo que o cidadão compare valores e identifique possíveis abusos.

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