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Durante o fórum, os governadores anunciaram diversas iniciativas: criação do Fórum de Turismo da Amazônia para desenvolver o ecoturismo, projeto regional de regularização fundiária, posicionamento conjunto para o Plano Safra 2026/2027, apoio à criação da Universidade Federal Indígena e ações integradas de combate a crimes ambientais como desmatamento e garimpo ilegal.
O Maranhão fechou acordos importantes, incluindo mais de R$ 52 milhões do Fundo Amazônia para o programa Paz no Campo, que vai regularizar terras em 85 municípios ao longo de três anos. O programa “Terra para Elas”, que regulariza terras em nome de mulheres, foi elogiado pela ONU como modelo a ser replicado em outros países.
O principal documento do encontro foi a Carta de São Luís, assinada por todos os governadores. O texto define prioridades como bioeconomia, regularização fundiária, melhoria de infraestrutura, combate ao desmatamento e apoio aos povos indígenas. A bioeconomia propõe ganhar dinheiro com produtos da floresta em pé, como açaí e castanha, em vez de desmatar.
O evento contou com homenagens a parceiros internacionais como Noruega, Alemanha, França e Canadá, que apoiam financeiramente projetos de preservação. O embaixador norueguês destacou que “não faz sentido falar em preservação sem criar oportunidades econômicas sustentáveis para quem vive na Amazônia”.
O Maranhão tem papel estratégico na região: 181 dos seus 217 municípios estão na Amazônia Legal. Como presidente do consórcio, Brandão será a principal voz dos nove estados amazônicos em negociações com o governo federal e organismos internacionais.

(Fotos: Gilson Teixeira).