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Mendonça assume caso Master no STF, amplia influência e se torna peça-chave em ano eleitoral - Blog do Irmão Francisco


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Mendonça assume caso Master no STF, amplia influência e se torna peça-chave em ano eleitoral

O ministro André Mendonça passou a ocupar posição estratégica no cenário político e jurídico ao assumir a relatoria do chamado caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF). O nome dele foi definido por sorteio interno após o ministro Dias Toffoli deixar a condução do processo.

Com a nova função, Mendonça amplia sua influência em um ano considerado decisivo por conta das eleições e das articulações entre governo, Congresso e Judiciário. Além do caso Master, ele já é responsável por investigações relacionadas a suspeitas de fraudes no INSS e deverá assumir a vice-presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao lado do ministro Kassio Nunes Marques, que comandará a Justiça Eleitoral.

O caso Master envolve apurações sobre o Banco Master e seu proprietário, Daniel Vorcaro. A investigação está em andamento na Polícia Federal e pode atingir autoridades com foro privilegiado, o que justifica a tramitação no STF. Caberá agora a Mendonça decidir sobre o nível de sigilo do processo e até mesmo se o caso permanece na Corte ou retorna à primeira instância da Justiça Federal.

Paralelamente, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS solicitou ao novo relator a devolução de documentos sigilosos do banco e de seu dono. O pedido foi encaminhado pelo senador Carlos Viana, presidente da comissão. Ele argumenta que a decisão anterior de transferir os dados para a guarda do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, foi incomum e prejudicou os trabalhos da CPMI.

A expectativa entre integrantes da comissão é que Mendonça adote entendimento diferente do de Toffoli, que havia condicionado a devolução das informações ao fim das investigações da Polícia Federal. A CPMI pretende ouvir Daniel Vorcaro ainda neste mês.

Indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, Mendonça tomou posse em dezembro de 2021, após sabatina no Senado. À época, Bolsonaro afirmou que indicaria um ministro “terrivelmente evangélico” para a Corte — referência ao perfil religioso do magistrado, que também é pastor presbiteriano. Desde então, Mendonça construiu imagem de perfil técnico e discreto, característica que agora será testada diante de um dos casos mais sensíveis do momento.

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