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O governo federal fechou o ano de 2025 com um déficit primário de R$ 61,7 bilhões, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional. Isso significa que o governo gastou mais dinheiro do que arrecadou com impostos e tributos ao longo do ano.
Esse resultado foi pior do que o registrado em 2024, quando o déficit foi de R$ 42,9 bilhões, representando um aumento de cerca de 32%. Apesar disso, o cenário foi melhor do que em 2023, ano marcado por um rombo bem maior nas contas públicas.
Mesmo com o déficit, a arrecadação do governo cresceu em 2025. As receitas aumentaram principalmente por causa da cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e da exploração de recursos naturais, o que ajudou a reduzir o impacto do resultado negativo.
No mês de dezembro, o governo também arrecadou mais do que no mesmo período do ano anterior. A receita total subiu, assim como a receita líquida, contribuindo para um fechamento de ano menos negativo.
Apesar de gastar mais do que arrecadou, o governo conseguiu cumprir a meta fiscal prevista para 2025. Isso foi possível porque a regra fiscal permite uma margem de tolerância e autoriza a retirada de alguns gastos do cálculo, como precatórios, despesas com educação, defesa e ressarcimentos.
Para o Tesouro Nacional, o resultado foi considerado satisfatório diante das dificuldades econômicas. A expectativa do governo é alcançar superávit primário nos próximos anos, o que significa gastar menos do que arrecadar para ajudar a controlar a dívida pública.