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INSS reajusta benefícios acima do mínimo e eleva teto para R$ 8,4 mil

Aposentados e pensionistas do INSS que recebem valores acima do salário mínimo terão um reajuste de 3,9% nos benefícios. Esse aumento foi definido com base no INPC, índice que mede a variação dos preços para famílias de menor renda, e passou a valer após publicação do governo federal no Diário Oficial da União.

Com o reajuste, o valor máximo pago pelo INSS, chamado de teto da Previdência, subiu de R$ 8.157,41 para R$ 8.475,55. Apesar disso, o aumento ficou abaixo da inflação oficial do país, que foi de 4,26% em 2025. Isso significa que, mesmo com o reajuste, quem recebe acima do mínimo pode sentir que o dinheiro rende menos.

O aumento de 3,9% será aplicado por completo apenas para quem já recebia aposentadoria ou pensão desde janeiro de 2025. Quem começou a receber o benefício ao longo do ano terá um reajuste menor, calculado de forma proporcional ao número de meses em que recebeu o pagamento.

Já os segurados que recebem um salário mínimo não são afetados por essa regra. Para esse grupo, o reajuste acompanha o valor do piso nacional, que passou a ser de R$ 1.621 a partir de 1º de janeiro, garantindo reposição total da inflação.

O INPC acumulado de 2025 foi de 3,9%. No período, os maiores aumentos de preços ocorreram em despesas como moradia, saúde, educação e gastos pessoais, enquanto os alimentos subiram em ritmo mais lento do que no ano anterior.

Além dos valores, as regras de aposentadoria continuam mudando gradualmente para quem já contribuía antes da reforma da Previdência de 2019. Em 2026, a idade mínima aumenta seis meses e a pontuação exigida para se aposentar também sobe, seguindo o calendário definido pelo governo.

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