Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Denúncias de trabalho escravo atingem nível recorde no Brasil em 2025 - Blog do Irmão Francisco


No comando: THE GOSPEL VIBE

Das 07:00 às

No comando: MELODIA DA ALMA

Das 08:00 às

No comando: LOUVOR ARRETADO

Das 09:00 às

No comando: Irmão_Cast

Das 12:00 às 13:00

No comando: CONEXÃO CELESTIAL

Das 14:00 às

No comando: PONTO FINAL

Das 18:00 às 19:00

No comando: ENTRE HINOS E LOUVORES

Das 19:00 às

Denúncias de trabalho escravo atingem nível recorde no Brasil em 2025

O Brasil registrou, em 2025, o maior número de denúncias de trabalho escravo e de situações semelhantes à escravidão já contabilizado. Ao todo, foram 4.515 denúncias ao longo do ano, segundo dados do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, um aumento de 14% em relação a 2024.

As denúncias envolvem pessoas submetidas a condições desumanas de trabalho, como jornadas excessivas, ambientes degradantes, dívidas que impedem o trabalhador de sair do emprego e restrição de liberdade. Entre os casos registrados, há situações que atingem tanto adultos quanto crianças.

O crescimento das denúncias vem ocorrendo de forma contínua nos últimos anos. Em 2021, foram 1.918 registros; em 2022, 2.084; em 2023, 3.430; e em 2024, 3.959, mostrando que o problema tem se intensificado ao longo do tempo.

Janeiro de 2025 foi o mês com maior número de denúncias desde a criação do Disque 100, em 2011. Apenas nesse período, 477 casos foram comunicados às autoridades, evidenciando a gravidade da situação.

Os números de denúncias acompanham o volume de resgates realizados pelo poder público. Em 2024, 2.186 trabalhadores foram retirados de condições análogas à escravidão, e desde 1995 cerca de 65,6 mil pessoas já foram resgatadas em todo o país.

As fiscalizações são conduzidas pelo Ministério do Trabalho, principalmente pelo Grupo Especial de Fiscalização Móvel. Em 2024, os setores com mais resgates foram a construção civil e o agronegócio, e cerca de 30% dos casos ocorreram em áreas urbanas, mostrando que o problema vai além do meio rural.

Deixe seu comentário: