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A aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso, anunciada nesta quinta-feira (9), abriu uma nova disputa política em Brasília. Caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indicar o substituto, que deverá ser aprovado pelo Senado Federal.
Barroso, nomeado em 2013 pela então presidente Dilma Rousseff, deixará o Supremo aos 67 anos, oito antes da aposentadoria compulsória.
Nos bastidores, quatro nomes despontam como favoritos:
Jorge Messias, advogado-geral da União e nome de confiança de Lula;
Rodrigo Pacheco, ex-presidente do Senado (PSD-MG), com amplo trânsito político;
Bruno Dantas, ministro do Tribunal de Contas da União, visto como alternativa técnica;
Daniela Teixeira, ministra do STJ e indicada por Lula em 2023, que ganha força caso cresça a pressão por uma mulher na Corte.
A escolha seguirá o mesmo padrão das indicações de Cristiano Zanin e Flávio Dino, em que confiança pessoal e alinhamento político foram determinantes.
A decisão deve ser tomada ainda neste ano, em meio a cálculos políticos que envolvem o Senado e a disputa pelo governo de Minas Gerais em 2026, onde Lula aposta em Pacheco como potencial candidato.